Cantai Salmos ao Senhor

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Salmos Responsoriais

Domingos, Festas Principais e Comuns
Ano A
Ano B
Ano C

Música de António Azevedo Oliveira

Tamanho: 170X245mm
N.º de páginas: 752
ISBN 978-989-8877-49-9
ISMN 979-0-707721-02-5
1ª edição: Julho de 2019

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Nota para esta edição

 

Esta edição dos «Salmos Responsoriais» aparece agora num só volume com o formato dos Leccionários litúrgicos. Ficam assim reduzidas muitas páginas dos índices – que seriam em triplicado – num volume que, apesar de tudo, é manejável mesmo para o organista.

O modo como se apresentam a parte do organista e a do salmista, permite que possam estar atentos um ao outro.

Continuo a apostar no acompanhamento escrito. Embora haja, felizmente, organistas com a preparação necessária para improvisar um acompanhamento com qualidade, não creio que seja tão frequente a capacidade de o fazerem quando as músicas são de carácter modal, como acontece com muitas destas.

Todos estes Salmos cantados foram revistos de modo a actualizar os textos do Leccionário em vigor. Se alguns são novos, outros foram simplesmente adaptados aos textos alterados na última revisão e outros ainda sofreram modificações ligeiras com o objectivo de se conseguir, porventura, melhor fluência melódica, sobretudo para maior facilidade de aprendizagem por parte da assembleia, sem prejuízo da expressão do respectivo texto.

Os índices são de grande utilidade. Ao utilizá-los, porém, recomenda-se o cuidado necessário para que a música de um Salmo, escrita para determinado Tempo Litúrgico, não seja utilizada indiscriminadamente noutro Tempo de características muito diversas. Exemplo:

      O Senhor é meu Pastor, Salmo 22, IV Dom. Quaresma, Ano A;

      O Senhor é meu Pastor, Salmo 22, IV Dom. Páscoa, Ano A;

      O Senhor é meu Pastor, Salmo 22, XVI Dom. Tempo Comum, Ano B;

      O Senhor é meu Pastor, Salmo 22, XXXIV Jesus Cristo, Rei e Senhor, Ano A.

Estou convencido que não é bom cantar sempre a mesma versão musical em todas estas circunstâncias. O ambiente próprio de cada Tempo Litúrgico e de cada celebração devem ser tidos em conta para que a música utilizada não prejudique esse ambiente mas o favoreça, através da íntima união com ele. Deste modo, será verdadeiramente litúrgica. (SC 112)

Há, no entanto, situações em que é indiferente usar uma ou outra versão. Exemplos:

      Todos os confins da terra, Salmo 97, Comum do Natal, Anos A, B, C;

      Todos os confins da terra, Salmo 97, Natal - Missa do Dia, Anos A, B, C;

      ou

      Este é o dia que o Senhor fez, Salmo 117, Comum do T. Pascal, Anos A, B, C;

      Este é o dia que o Senhor fez, Salmo 117, Dia de Páscoa, Anos A, B, C.

      ou

      Enviai, Senhor, o vosso Espírito, Salmo 103, Vigília de Pentecostes, Anos A, B, C;

      Enviai, Senhor, o vosso Espírito, Salmo 103, Domingo de Pentecostes, Anos A, B, C.

 

Nestes casos poderá ser cantado um ou outro, sem que se coloque o mesmo problema. Bastará atender ao texto do recitativo salmódico, que pode não corresponder totalmente.

Sabendo que o Salmo Responsorial é Palavra de Deus, lembra-se aos organistas a necessária redução do volume do som, sobretudo no "acompanhamento" das estrofes, para que seja fácil a todos ouvir e perceber claramente o texto proclamado, melhor ainda que noutros cânticos. 

 

 

Nota prévia (1ª edição)

 

(…)

Ao longo dos três ciclos litúrgicos e mesmo dentro de cada ano, muitos salmos responsoriais se repetem. Os vários índices finais, poderão ajudar a descobrir essas repetições, tornando possível a eventual escolha de uma das versões do mesmo salmo, tendo em conta o ambiente litúrgico para o qual foram feitos.

Procurou-se que as melodias aqui apresentadas fizessem destes salmos autênticos salmos responsoriais; por isso, são breves, quanto possível. Será difícil que possam ser tomados como cânticos de outros momentos da celebração eucarística (por exemplo, entrada), porque não houve essa preocupação. Por outro lado, é de evitar o uso de salmos responsoriais à entrada, ao ofertório, à comunhão, etc.

Apesar da facilidade melódica, não é de aconselhar a sua execução sem prévio ensaio, ainda que seja muito breve.

Nunca há indicações referentes ao andamento. Em cada refrão se verá como é mais conveniente, conforme as características da música, o sentido do texto, o tempo litúrgico, o volume da assembleia, a própria extensão do refrão (se é mais curto, far-se-á normalmente mais devagar...).

Todas as melodias podem ser transportadas meio tom ou até um tom a baixo ou a cima, conforme a hora da celebração e as características da assembleia e do salmista.

No índice vai indicado, para cada salmo, apenas o número de página da versão com acompanhamento. A versão do salmista apresenta-se sempre na página ao lado.

Esperamos que a simplicidade destas melodias ajude as assembleias litúrgicas a ganhar o gosto e o hábito de cantar cada vez mais, sem grande esforço, o salmo responsorial.

 

 

***

 

1. Explore este livro e os índices para encontrar com facilidade o salmo que pretende.

2. O número de página de cada Ano é precedido da letra correspondente àquele Ano.

3. Em várias ocasiões, a paginação de qualquer um dos três Anos avança dois ou mais números. Tal não significa que faltam páginas.

Eis a razão: Para que o Salmo do mesmo dia litúrgico tivesse o mesmo número de página nos três Anos, houve necessidade de alterar a sequência da paginação em certos momentos. Isto acontece de modo diverso em cada um dos Anos, conforme se introduziu algum Salmo que só está num ou em dois dos Anos e não nos três. Por isso, a paginação não é totalmente sequencial.

4. Nos índices, a indicação de página refere-se sempre à parte do organista (esquerda).

   A parte do salmista é a página seguinte.

5. Recomenda-se a leitura das páginas seguintes.

 

Notas ao fundo da música na página do organista

1. Quando existe música diferente para o mesmo refrão do Salmo, em mais que um dos Anos e em celebrações diferentes, apresenta-se a nota do lado direito. Existem refrães alternativos que se encontram facilmente no índice alfabético. Alguns chegam a ter seis, sete e até oito versões.

2. Quando um salmo se pode usar em mais que um dos três Anos naquela celebração, apresenta-se a nota do lado esquerdo. Neste caso, em cada Ano se pode usar qualquer um deles e encontram-se na página correspondente de cada Ano.

N.B.: Estas indicações, não esgotam todas as possibilidades de substituição da música de muitos refrães. Aconselhamos, por isso, a consulta frequente do «Índice Alfabético dos Refrães», salvaguardando, porém, o que se diz nas páginas seguintes e o cuidado com o texto das estrofes, que pode não coincidir no todo ou em parte.

 

Importante para o Organista — Modo de executar o início de alguns salmos

Na página «A 88», no fim do refrão, pode ler-se uma nota, válida para outros Salmos. Diz: No fim de cada estrofe, o órgão deve tocar as duas notas iniciais (antes de o cantor começar) de modo a não fazer esperar a assembleia. Ver «A 38», «A 50», «B 150» e outros em que o órgão começa antes do canto. O órgão não deve fazer esperar o canto.

 

Transposição

Na escrita musical destes Salmos Responsoriais, procurou-se simplificar a leitura e a execução organística, evitando abundância de acidentes musicais. Assim, para facilitar o canto mantendo a facilidade de leitura, todos eles podem ser transportados. Alguns devem mesmo ser descidos, porque facilmente se percebe que não são cómodos para a voz do salmista, sobretudo porque, na região mais aguda do recitativo, é difícil que a assembleia entenda claramente as palavras cantadas.

Em todos estes Salmos, portanto, se permite a transposição, como em qualquer outro cântico litúrgico. Procure-se, no entanto, não abusar dessa possibilidade para não descaracterizar a música, feita sempre a pensar na liturgia concreta, no texto e na assembleia.

Conforme antiquíssima tradição do canto litúrgico, não é obrigatório seguir o diapasão.

 

Barras do recitatico salmódico

No recitativo dos Salmos, são usadas 3 barras: meia-barra, barra inteira e barra dupla.

Esta última, indica o final do recitativo, mas não representa qualquer tipo de pausa.

Nas estrofes de quatro versos (que são a maioria) a barra inteira está sempre ao meio, isto é, no fim do segundo “verso”. Aqui deve-se fazer pausa de um tempo (que corresponde à semínima). Algumas estrofes de três versos, omitem esta barra, outras não, conforme o sentido do texto.

A meia-barra, não significa pausa, mas apenas articulação. Não se deve demorar nela.

Quando a última palavra do texto de qualquer “verso” tem o acento na última sílaba, sobra uma nota que não tem sílaba nesse final do “verso” (cadência). Neste caso, tal nota de um tempo não se contabiliza; omite-se o seu valor quer no órgão quer no canto. Por isso, na parte do órgão, não aparece ligada à anterior. Se tiver sílaba, o órgão deve ligá-la. O organista deve seguir o texto cantado, porque o texto é que dita as regras!

Sobretudo no final de cada estrofe, recomenda-se que nem salmista nem organista (se houver) alonguem a última sílaba (nota) para além do tempo. Se o fizerem, a assembleia terá dificuldade em perceber exactamente quando ataca o refrão.

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