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Rito de entrada do novo pároco
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Rito de entrada do novo pároco

15,00 €
Com IVA

Tamanho: 155X220mm

Págs: 120

ISBN 978-989-8877-76-5

1ª edição: setembro de 2020

As propostas do Rito de Entrada do Novo Pároco resultam das indicações do Cerimonial dos Bispos (nn. 1185-1198), de algumas Conferências Episcopais e das várias sugestões de muitos párocos e serviços diocesanos da Pastoral Litúrgica, procurando ser um contributo para a ação pastoral litúrgica em Portugal. Responde-se a uma necessidade sentida em muitas comunidades cristãs, para poderem celebrar dignamente a entrada e apresentação do novo pároco, com a presença do Bispo ou seu delegado.

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Apresentação

As propostas do Rito de Entrada do Novo Pároco que o Secretariado Nacional de Liturgia agora publica, resultam das indicações do Cerimonial dos Bispos (nn. 1185-1198), de algumas Conferências Episcopais e das várias sugestões de muitos párocos e serviços diocesanos da Pastoral Litúrgica, procurando ser um contributo para a ação pastoral litúrgica em Portugal. Responde-se a uma necessidade sentida em muitas comunidades cristãs, para poderem celebrar dignamente a entrada e apresentação do novo pároco, com a presença do Bispo ou seu delegado.

A Constituição conciliar sobre a Sagrada Liturgia, a propósito da promoção da vida litúrgica na Diocese e na Paróquia, afirma abertamente: «Como o Bispo não pode presidir pessoalmente sempre e em toda a diocese a todo o seu rebanho, tem de reunir necessariamente assembleias de fiéis, entre as quais as mais importantes são as paróquias, constituídas localmente sob a presidência dum pastor que faz as vezes do Bispo; e assim as paróquias representam, de algum modo, a Igreja visível estabelecida em todo o mundo. Por consequência, deve cultivar-se no espírito e no modo de agir dos fiéis e dos sacerdotes a vida litúrgica da paróquia e a sua relação com o Bispo, e trabalhar para que floresça o sentido da comunidade paroquial, especialmente na celebração comunitária da Missa dominical» (Sacrosanctum Concilium 42).

A Paróquia é gerada pela Eucaristia, sobretudo no dia do Senhor (momento constitutivo da vida paroquial – bilhete de identidade da paróquia); ela gera os filhos para a fé e para a vida eclesial através da Iniciação cristã; cresce na sua força missionária porque está animada por uma experiência de comunhão que investe todo o seu trabalho educativo e pastoral.

As paróquias devem ser casas que sabem acolher e escutar medos e esperanças das pessoas, perguntas e angústias e que sabem oferecer um corajoso testemunho e um anúncio credível da verdade, que é Cristo. O acolhimento cordial e gratuito é a condição primeira da evangelização tão antiga e sempre nova.

Por isso, a Igreja pede que o pároco, como o Bom e Belo Pastor: «esforce-se por conhecer os fiéis confiados ao seu cuidado; para isso, visite as suas famílias, partilhando sobretudo das suas preocupações, angústias e lutos e confortando-os no Senhor e, se tiverem faltado em quaisquer pontos, corrija-os prudentemente; auxilie com grande caridade os doentes, particularmente os que estão próximos da morte, confortando-os solicitamente com os sacramentos e encomendando a Deus as suas almas; acompanhe com peculiar diligência os pobres, os aflitos, os solitários e os emigrantes e os que padecem dificuldades especiais; trabalhe ainda por que os cônjuges e os pais perseverem no cumprimento dos próprios deveres, e fomente o incremento da vida cristã na família» (Can. 529§1).

Nos inícios, a Igreja edificou-se à volta da Cátedra do Bispo. Com a expansão das comunidades multiplicaram-se as Dioceses. Quando o cristianismo se difundiu nas aldeias, aquelas porções do povo de Deus foram confiadas aos Presbíteros. A Igreja pode assim aproximar-se das casas das pessoas, sem quebrar a unidade da Diocese à volta do Bispo e do único Presbitério com ele.

@ José Manuel Garcia Cordeiro
Bispo de Bragança-Miranda
Presidente da Comissão Episcopal da Liturgia e Espiritualidade

RENP